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São Silvestre - 2005 | ![]() |
Depois de 20 anos, Brasil conquista o bi da São Silvestre |
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| Antes de Marilson e José
João da Silva, apenas Sebastião Monteiro, em 1945 e
1946, havia conquistado o bicampeonato da prova. João da
Mata (1983), Ronaldo da Costa (1994), e Emerson Iser Bem
(1997) completam a lista de brasileiros vencedores depois
de 1945. Marilson já havia chegado perto do título em 2002, quando foi vice-campeão, perdendo justamente para o queniano Robert Cheruiyot, que se tornou seu principal rival depois disso. O brasileiro foi o primeiro em 2003, quando bateu o também queniano Paul Tergat (pentacampeão em 1995, 1996, 1998, 1999 e 2000), mas ficou fora da prova no ano passado. O vice em 2002 já colocou Marilson como um dos principais nomes do país em provas de pista e rua. Antes do título no ano seguinte, ele disputou os Jogos Pan-Americanos de Santo Domingo, na República Dominicana, conquistando a medalha de prata nos 10.000 m e o bronze nos 5.000 m. A partir de 2004, ele passou a focar sua preparação para provas mais longas, vencendo a Maratona de Medellín (Colômbia) e ficando em sexto nas maratonas de Chicago (EUA) e Paris (França). No entanto, não conseguiu se classificar para a maratona nos Jogos Olímpicos de Atenas. Neste ano, antes da consagração com o bi da São Silvestre, ele já havia somado uma série de conquistas, como os títulos em São Silveira (8.500 m), Fortaleza (Circuito Nacional, 5.000 m), Rio de Janeiro (Circuito Nacional, 10.000 m), São Paulo (Circuito Nacional, 10.000 m), Brasília (10.000 m), Santos (10.000 m) e do Troféu Cidade de São Paulo (10.000 m). Ainda foi 10º na maratona do Mundial de Helsinque (2h13min40) e bronze nos 5 mil metros no Troféu Brasil, em São Paulo. Terceiro colocado nos Jogos Olímpicos de Atenas, em 2004, Vanderlei Cordeiro de Lima chegou a aparecer no pelotão de frente da São Silvestre, mas não manteve o ritmo e terminou a prova na 14ª colocação. "Para mim, a prova foi boa. Fiquei dentro do que esperei, e em alguns momentos até superei a minha expectativa. Estou muito contente", comentou o atleta que, apesar dos maus resultados, era um dos mais ovacionados pelo público que acompanhou a disputa. "Gostaria de ter ficado entre os 10 primeiros, mas estou satisfeito", completou. |
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Em recuperação espetacular, sérvia é bicampeã da São Silvestre |
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| Para chegar ao
bicampeonato, Jevtic preferiu não correr no ritmo das
primeiras colocadas, a queniana Rose Cheruiyot, a etíope
Bizunesh Bekele e as brasileiras Lucélia Peres e Sirlene
Pinho. O quarteto aumentou a velocidade das passadas logo
nos primeiros metros e manteve a velocidade por quase
toda a disputa. Na subida da Avenida Brigadeiro Luiz Antônio, ponto mais temido da prova, Jevtic passou a tentar alcançar as rivais. Passou com facilidade por Lucélia, então terceira colocada, e Bekele, segunda. Ultrapassou ainda Cheruiyot, líder desde o início, e acelerou sem dificuldade para cruzar a linha final na frente. "Quando vi as atletas correndo daquela maneira, pensei que elas estavam loucas", disse Jevtic após a prova, se referindo ao ritmo imposto pelas primeiras colocadas. "Estou muito feliz em voltar e conquistar esse título", completou a atleta, que fechou a prova em 51min38. Rose Cheruiyot foi a segunda, com o tempo de 51min47, seguida pela etíope Bizunesh Bekele, com 52min02. Lucélia Peres acabou em quarto, com 52min10, enquanto a colombiana Berta Sanches completou o pódio multinacional, com 52min59. Antes da premiação, Lucélia foi atendida pelos médicos. "Senti o desgaste a partir do 12º quilômetro", disse a atleta, vice-campeã da São Silvestre no ano passado e única brasileira no pódio em 2005. Vencedora em 2002, Marizete Resende retornou à disputa e conseguiu um bom resultado. Ela terminou a corrida em sexto lugar, após ter passado um ano sem competir punida por doping. fonte: UOL Esporte, 01 de janeiro de 2006. |
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Percurso |
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| Veja como foram as provas de 1999 e 2000 | |||||||
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