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| Os Estados Unidos,
favoritos à conquista do ouro e correndo com os campeões
das provas de 100 e 200 m, acabaram surpreendidos pelos
britânicos e perderam o título que, nos últimos
Mundiais e Olimpíadas, só saiu de suas mãos em Atlanta-1996,
quando foram surpreendidos pelo Canadá. A vitória da Grã-Bretanha
foi por apenas um centésimo de segundo. O bronze ficou com a equipe da Nigéria, com 38s23. Foi o segundo bom resultado consecutivo dos africanos, que ficaram na terceira colocação também no Mundial de Paris-2003. Com o tempo de 38s67, os velocistas brasileiros foram mais lentos que na semifinal, quando se classificaram com 38s64. O técnico Jayme Netto levou para a pista os mesmos quatro atletas que correram o primeiro tiro, que era a equipe vice-campeã mundial. Com o resultado, o Brasil deve encerrar sua participação nas competições sem medalhas no atletismo, já que os brasileiros são "azarões" na maratona, que será disputada no domingo e encerra a competição. Foi a primeira vez desde Barcelona-1992 que o Brasil ficou fora do pódio da prova. Em Atlanta-1996, a equipe formada por Arnaldo Oliveira, Robson Caetano, Edson Luciano e André Domingos chegou na terceira colocação, atrás apenas de Canadá e Estados Unidos, e receberam o bronze. Em Sydney-2000, com Vicente Lenílson e Claudinei Quirino no lugar de Oliveira e Caetano, o time conseguiu ir ainda mais longe: ficou com a prata, atrás dos EUA, e estabeleceu novo recorde sul-americano da prova, com 37s90. Na final em Atenas, o Brasil correu na segunda raia, entre Austrália (raia um) e Grã-Bretanha (3). Completaram o tiro os quartetos da Nigéria - segundo melhor tempo na semifinal, largando na raia quatro -, Estados Unidos - os líderes na classificatória, raia cinco, Polônia (6), Japão (7) e Trinidad e Tobago (8). A largada voltou a ser boa, com Cláudio Roberto completando os primeiros cem metros entre os líderes. A partir daí, o Brasil começou a despencar. Já na passagem do bastão, Edson Luciano correu embolado com japoneses, poloneses e australianos na luta pela quarta colocação. Luciano então entregou para André Domingos, que conseguiu deixar o Brasil ainda na luta por medalhas, isolado na quarta colocação, mas com desvantagem considerável para os três times que fariam o pódio. Vicente Lenílson, melhor brasileiro nos 100 m rasos nos Jogos, não conseguiu disparar para a medalha. Nos últimos metros, já na fase de desaceleração, os brasileiros foram ultrapassados pelas equipes do segundo pelotão, terminando os 400 m na última colocação. A disputa mais acirrada foi a pelo ouro. O britânico Mark Lewis-Francis, fechando o revezamento que teve também Jason Gardener, Darren Campbell e Marlon Devonish, teve que segurar o avanço do medalhista de bronze nos 100 m rasos, o norte-americano Maurice Greene. O ex-recordista mundial da prova, no entanto, não conseguiu recuperar a ponta. Com isso, Shawn Crawford (ouro nos 200 m), Justin Gatlin (ouro nos 100 m e bronze nos 200 m) e Coby Miller tiveram que se contentar com a segunda colocação. fonte: UOL Esporte. |
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| 28/08/04 - O meio-fundista
russo Yuriy Borzakovskiy precisou de cerca de cem metros
para deixar a quinta colocação e conquistar o ouro dos
800 m rasos. Borzakovskiy venceu a prova em 1min44s45,
ultrapassando quatro corredores na última reta, entre
eles os favoritos Mbulaeni Mulaudzi, da África do Sul, e
Wilson Kipketer, da Dinamarca. Borzakovskiy correu até o final no meio do pelotão, tentando fugir do "encaixotamento" provocado pelo bloco de líderes na primeira raia. No início da segunda volta, o queniano Wilfred Bungei, líder do ranking mundial e mais rápido na prova no ano (1min42s06), começou a perder terreno. O recordista mundial - e favorito ao ouro - Wilson Kipketer, começou a puxar o ritmo na ponta e deixou os quenianos para trás. O único que parecia conseguir acompanhar a pasada de Kipketer era o sul-africano Mbulaeni Mulaudzi. Na última reta, Borzakovskiy arrancou e, deixando o marroquino Mouhssin Chehibi e o queniano Bungei para fora, partiu para cima dos líderes. Kipketer, assustado pelo avanço do russo, acabou também perdendo a segunda colocação para Mulaudzi, por quatro centésimos de segundo. fonte: UOL Esporte. |
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| Bekele, que também é
campeão e recordista mundial dos 10.000 m rasos, tinha
chance de igualar feito do russo Miruts Yifter, que fez
dobradinha com ouro nos 5.000 m e 10.000 m rasos nos
Jogos de Moscou, em 1980. No entanto, foi atrapalhado por Guerrouj, que, antes de Atenas-2004, só levou para casa o favoritismo nos 1.500 m. Em Atlanta-96, caiu na pista durante a primeira volta e, em Sydney-2000, ficou com a medalha de prata. E o próprio Guerrouj conseguiu cravar um feito histórico de 80 anos atrás. Com a vitória, ele igualou a marca de Paavo Nurmi, último atleta que fez a dobradinha dos 1.500 m e 5.000 m rasos, nas Olimpíadas de Paris, em 1924. Guerrouj e Bekele também se encontraram nos 5.000 m rasos no ano passado, no Mundial de Paris. Mas levaram prata e bronze, respectivamente, deixando o ouro para o queniano Kipchoge. fonte: UOL Esporte. |
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| 28/08/04 - Depois da
inesperada derrota nos 4x100 m rasos, a equipe norte-americana
de revezamento 4x400 m rasos conquistou o ouro com
tranquilidade com o tempo de 2min55s92. Os atuais campeões
olímpicos e mundiais venceram a última prova disputada
no estádio Olímpico. Kelly Willie, Derrick Brew,
Jeremy Wariner e Darold Williamson não bateram o recorde
olímpico da prova por 17 décimos de segundo. A marca da
competição é de 2min55s74 e foi feita em Barcelona-1992
pela equipe dos EUA. A marca mundial da prova é de 2min54s20
e também é deles. Longe dos adversários, a única briga que valeu para o público foi pelas medalhas de prata e bronze. E os australianos surpreenderam nigerianos, japoneses e britânicos e chegaram em segundo lugar. Nas eliminatórias, eles conseguiram a vaga na final por tempo e não por classificação. Os nigerianos James Godday, Musa Audu, Saul Weigopwa e Enefiok Udo Obong ficaram com o bronze. Ele superaram os japoneses, Yuki Yamaguchi, Jun Osakada, Tomohiro Itoh e Mitsuhiro Sato nos últimos 400 m. fonte: UOL Esporte. |
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| Em segundo ficou Vadims
Vasilevskis, da Letônia, que ganhou a prata com 84,95 m.
Já o bronze acabou nas mãos do russo Sergey Makarov,
campeão mundial da modalidade, que alcançou 84,84,
apenas 11 centímetros a menos que o vice-campeão. O tcheco Jan Zelezny, que era até então o tricampeão olímpico, e favorito mais uma vez ao ouro, ficou apenas no 9º lugar, mais de seis metros atrás da marca do atleta da Noruega. O atleta, de 38 anos, ganhou o ouro nos Jogos de Barcelona-1992, Atlanta-1996 e Sydney-2000, além de ter levado a prata nas Olimpíadas de Seul-1988. "Não vim aqui com nenhuma esperança de vitória, apenas para me divertir", disse Zelezny após o fim da prova, quer foi sua despedida olímpica. "Minha técnica não foi boa por que tenho um problema no ombro", explicou, completando que se aposenta após o Mundial de Atletismo de Helsinque, em 2005. Mesmo com o mau resultado, Zelezny ainda detém o atual recorde mundial, com 98,48 m, e também o olímpico, com 90,17 m, este último obtido junto com o ouro em Sydney. fonte: UOL Esporte. |
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| 28/08/04 - A equipe dos
EUA venceu com facilidade a prova feminina dos 4x400 m
feminino, realizada neste sábado. A equipe formada por
Deedee Trotter, Monique Henderson, Sanya Richards e
Monique Hennagan fechou a prova com o tempo de 3min19s02,
e coqnuistou a medlaha de ouro. As norte-americanas, que com este conquistam o quarto título na distância, são imbatíveis nesta prova desde os Jogos de Atlanta-1996. Em segundo lugar, ficando com a prata, chegou a equipe da Rússia, composta por Olesya Krasnomovets, Natalya Ivanova, Tatyana Firova e Olesya Zykina com a marca de 3min20s16. As jamaicanas Novlene Williams, Michelle Burgher, Nadia Davy e Sandie Richards chegaram em terceiro, com tempo de 3min22 cravado. Chamou a atenção na prova um lance curioso, e até engraçado, que aconteceu com a equipe da Grécia. Na segunda passagem do bastão, a grega Hrisoula Goudenoudi que o carregava pisou no pé da companheira Dimitra Dova, e o tênis desta escapou do pé. Inconformada, Dimitra chegou a sair da pista, e quase desistiu da prova. Porém, colocou o tênis de volta no lugar e continuou correndo. A equipe grega acabou chegando mais de 25 segundos atrás dos EUA, com o tempo de 3min45s70. A equipe brasileira formada por Maria Almirão, Geisa Coutinho, Lucimar Teodoro e Josiane Tito não conseguiu se classificar à final da prova. fonte: UOL Esporte. |
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| Ao fim da segunda
volta, começou a apertar o ritmo e foi deixando as
concorrentes para trás com facilidade para ganhar o ouro
com o tempo de 3min57s90. Sua arrancada incentivou a
russa Tatyana Tomashova, campeã mundial, que também
saiu de trás para ficar com a prata. A romena Maria
Cioncan conquistou o bronze. Na semifinal, a russa Natalya Yevdokimova tinha feito o melhor tempo com 4min04s66. Kelly havia ficado com a segunda colocação com o tempo 4min04s77. Na final dos 800 m rasos, Kelly surpreendeu. Ela venceu a favorita ao ouro, a moçambicana Maria Mutola. Na reta final, Mutola foi superada no sprint de Kelly. fonte: UOL Esporte. |
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