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| Na primeira chance,
Feofanova falhou. Isinbayeva voltou para fazer os 4,85 m
e passou. Então, foi a vez de Feofanova arriscar. Pediu
que o sarrafo fosse colocado nos 4,90 m. A rival, de
toalha na cabeça, preferiu não ver. Mas Feofanova errou
e parou nos 4,75 m, com a medalha de prata. Feliz, Isinbayeva decidiu então tentar a quebra do seu próprio recorde e conseguiu. Saltou 4,91 m e estabeleceu a nova marca mundial da prova, além do recorde olímpico, que era de 4,65, e pertencia à norte-americana Stacy Dragila, e que já tinha sido ultrapassado durante a disputa. Como mera coadjuvante na disputa, a polonesa Anna Rogowska aproveitou o duelo das gigantes para viver seus dias de fama e conquistar o bronze, sua primeira medalha olímpica. Sétima colocada no mundial, Anna chegou a ficar na frente de Isinbayeva com a marca de 4,70 m. O recorde mundial pertencia a Stacy Dragila e era de 4,81 m, quando em julho de 2003, Isinbayeva saltou 4,82 m. Em fevereiro de 2004, ela voltou a quebrar o recorde com a marca de 4,83. Aí apareceu sua compatriota Feofanova, que no mesmo mês passou dos 4,85 m. Em março, Isinbayeva tratou de recuperar o recorde com o salto 4,86, que ela manteve até junho, quando passou dos 4,87 m. Feofanova voltou a desafiar o reinado da 'camarada' e, no começo de julho, saltou 4,88 m. No fim do mesmo mês, em uma semana Isibayeva bateu o recorde mais duas vezes saltando 4,89 e 4,90 m. Nesta terça, Isinbayeva tratou de aumentar o limite do sarrafo em mais um centímetro. fonte: UOL Esportes. |
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| 24/08/04 - O brasileiro
Jadel Gregório está fora da final do salto em distância.
Nesta terça-feira, o brasileiro - quinto colocado na
prova do salto triplo - não conseguiu ficar entre as 12
melhores marcas da fase classificatória. O salto em distância não é a especialidade de Jadel Gregório. Sua melhor marca na prova (8,22 m, obtida na final do Troféu Brasil de 2004), no entanto, seria o suficiente para colocá-lo na final olímpica. Jadel saltou três vezes, mas só conseguiu marcar na primeira tentativa. O salto, de 7,50 m, deixou o brasileiro na 16ª colocação entre os 19 integrantes de seu grupo. Na classificação geral, o brasileiro foi o 32º, em um total de 39 competidores. Nas duas tentativas seguintes, Jadel pisou na linha que limita a área de salto, ficando sem marca. O melhor da fase de classificação foi o norte-americano Dwight Phillips, com 8,31 m. Atual campeão mundial e recordista da prova -8,95 m-, Phillips só precisou de um salto para superar a marca de 8,10 m e se classificar para a final. fonte: UOL Esportes. |
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| 24/08/04 - O tcheco
Roman Sebrle contou com uma virada espetacular na penúltima
prova para conquistar a medalha de ouro no decatlo.
Considerado o melhor do mundo nessa prova, Sebrle superou
Dmitriy Karpov, do Cazaquistão, depois de bom desempenho
no lançamento de dardo. Sebrle cravou a marca de 70,52 m. Com isso, transformou a desvantagem de 46 pontos em liderança, abrindo 63 de frente sobre o norte-americano Bryan Clay, com Karpov caindo para a terceira colocação. Sebrle, medalha de prata em Sydney-2000, é o atual recordista mundial e é o único homem a ultrapassar a barreira dos 9 mil pontos. Nesta terça-feira, ele atingiu 8.893 pontos, enquanto Clay levou a prata, com 8.820. Karpov terminou em terceiro, com 8.820. O britânico Dean Macey, que está de volta às competições depois de três meses de afastamento por causa de contusão, repetiu o quarto lugar que teve em Sydney, com 8.414 pontos. O primeiro dia de provas terminou com liderança de Karpov. Mas, nesta terça, Sebrle foi tirando a vantagem aos poucos, começando pelos 110 m com barreiras e o arremesso de disco. A diferença ficou praticamente zerada depois do salto em altura, em que Sebrle terminou com desvantagem de 46 pontos. Na prova decisiva, o lançamento de dardo, Sebrle começou com 68,95 m, passou para 67,05 m e teve seu melhor arremesso com 70,52 m. Karpov foi mal e cravou apenas 55,54 m, permitindo que Clay também o ultrapasse. Nos 1.500 m rasos, o atleta do Cazaquistão precisava ganhar por 10 segundos de vantagem, mas não conseguiu, deixando a vitória com Sebrle. O atleta tcheco terminou a prova em 4min40s01, 17 segundos a mais do que ele precisava para superar a marca dos 9.000 pontos. fonte: UOL Esportes. |
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| Já em agosto, no
Meeting de Zurique, o queniano superou El Guerrouj por
menos de dois décimos de segundo, anotando 3min27s40,
melhor tempo do ano. A derrota significou a primeira de
El Guerrouj desde os Jogos de Sydney-2000. Mas, com a medalha de ouro em disputa, o marroquino provou que é o maior corredor de 1.500 m de todos os tempos e, em uma prova muito técnica -os quenianos utilizaram até um "coelho", o jovem Isaac Songok- segurou o avanço de Lagat nos últimos cem metros, devolvendo a vitória também por menos de 0s2. fonte: UOL Esportes. |
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| 24/08/04 - A prova dos
400 m rasos tinha oito finalistas. Mas as atenções do público
estavam voltadas para as raias 3 e 4 , onde correram Ana
Guevara, do México, e Tonique Darling-Williams, de
Bahamas. Em uma das disputas mais esperadas do atletismo, Tonique venceu com o tempo de 49s42 e bateu a favorita Ana Guevara pela terceira vez em 2004. A mexicana era também a preferida dos torcedores que acompanharam a prova no estádio Olímpico, mas Darling-Williams provou ser o maior pesadelo de Guevara. Atual campeã mundial, Guevara tem o oitavo melhor tempo da história dos 400 m rasos e ficou 29 provas invicta, por dois anos, antes de perder para Tonique duas vezes em 2004 - esta foi a terceira derrota. Guevara ficou com a prata e completou o percurso em 49s56. O bronze foi para a russa Natalya Antyukh, que terminou a distância em 49s89. fonte: UOL Esportes. |
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| Felicien chegou a
Atenas com todo o favoritismo: dona do título do Mundial
de Paris-2003 e do melhor tempo do ano até os Jogos (12s46,
no Meeting do Oregon), a canadense havia vencido todas as
provas que disputou no último ano. Mas a perfeição abandonou Felicien justamente na final das Olimpíadas. A canadense errou no salto e tropeçou logo na primeira barreira, indo ao chão. Com Felicien, caiu também a russa Irina Shevchenko, dona do sexto tempo na semifinal. fonte: UOL Esportes. |
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| 24/08/04 - Os atletas
do Quênia mostraram porque tem oito das dez melhores
marcas nos 3.000 m com obstáculos. Nesta terça-feira,
eles conquistaram as três medalhas da prova no estádio
Olímpico em Atenas. O ouro ficou com Ezequiel Kemboi que completou a prova com o tempo de 8min05s83. Kemboi poderia ter batido o recorde olímpico, mas preferiu diminuir o ritmo e comemorar a conquista. Ele assumiu a liderança na última volta e derrotou o favorito Paul Kipsiele Koech, que tem o melhor tempo do ano feito no Meeting de Roma. Koech acabou a prova na terceira colocação. Brimin Kipruto também passou Koech nos metros finais e ficou com a prata. Desde o começo, os quenianos, puxados por Koech imprimiram um ritmo forte e na metade da prova eram acompanhados somente pelo corredor do Qatar, Musa Amer, que ficou em quarto. fonte: UOL Esportes. |
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| 24/08/04 - Por pouco, o
brasileiro Cláudio Roberto de Souza não conseguiu
classificação para as semifinais dos 200m rasos. Ele
ficou em quinto na última prova das quartas-de-final,
com o tempo de 20s64, seu melhor tempo do ano. Apenas os três primeiros de cada série, além dos quatro melhores tempos entre os não classificados, asseguravam vaga entre os 16 melhores. Dos atletas que não conseguiram passar de fase automaticamente, o brasileiro foi o sétimo. O melhor das quartas foi o norte-americano Shawn Crawford, que marcou 19s95 e foi o único a baixar da casa dos 20s. Seu compatriota Justin Gatlin, que venceu a prova dos 100m rasos, foi o segundo mais rápido, com 20s03. fonte: Gazeta Esportiva.net. |
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| 24/08/04 - Maior
esperança do país na prova, o brasileiro Redelen dos
Santos sequer entrou na pista para disputar a sexta e última
bateria das eliminatórias dos 110m com barreiras nas
Olimpíadas de Atenas. O atleta sentiu uma contusão muscular na coxa durante o aquecimento e desistiu de disputar a prova, que era a única participação de Redelen em Atenas. Ele era detentor da décima melhor marca da temporada, com 13s29, obtido em junho, no Meeting de Lisboa. Redelen chegava como maior esperança ao pódio, mas foi prejudicado pela lesão. Com isso, as apostas brasileiras ficam com Márcio Simão e Matheus Inocêncio, que se classificaram para a segunda fase da prova. Simão foi o quarto colocado na primeira bateria, com 13s43, ficando assim com uma das vagas da série. O vencedor da bateria foi o francês Ladji Doucoure, com 13s18, seguido pelo letão Stanislavs Olijars, com 13s27, e pelo japonês Satoru Tanigawa, com 13s39. Já Inocêncio surpreendeu e superou o norte-americano Allen Johnson, ouro em Atlanta-1996 e bicampeão mundial, na quarta bateria. O brasileiro ficou em segundo lugar na série, com 13s45, mesma marca de Johnson, que ficou atrás no photo-finish. A vitória foi do colombiano Paulo Villar, com 13s44. fonte: Gazeta Esportiva.net. |
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| Ivanova, que já foi
pega em exame antidoping após o Campeonato Mundial de
1997 e suspensa por dois anos, começou a prova num ritmo
muito forte e liderou a prova por 18 km. A australiana
Saville e a recordista mundial da prova, a chinesa Wang
acompanhavam o ritmo da russa. Já a corredora grega, que só tinha a 43ª melhor marca do ano, seguia no pelotão intermediário, oscilando entre o sétimo e sexto lugares. A partir do 14º quilômetro, Tsoumeleka apertou o passo e encostou no pelotão das primeiras colocadas. Quatro quilômetros depois a grega passou Ivanova e assumiu a liderança. A russa, campeã mundial em 2001, tentou acompanhar o ritmo da grega, mas ao entrarem no Estádio Olímpico, Tsoumeleka foi aplaudida e incentivada pelos seus compatriotas e não deu mais chances para a russa, conquistando a quinta medalha de ouro para a Grécia. fonte: UOL Esportes. |
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