16ª Maratona Pão de Açúcar de Revezamento |
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| Na fria e chuvosa manhã
de domingo na capital paulista, a equipe de oito atletas
do Cruzeiro Esporte Clube de Minas Gerais, foi a primeira
a cruzar a linha de chegada (2h7min40s) na 16ª Maratona
Pão de Açúcar de Revezamento. A vitória também
garantiu à equipe o título de tetracampeã da competição. A equipe Pão de Açúcar BM&F Bovespa obteve a segunda colocação e completou o percurso em 2h9min30s. Em terceiro lugar, ficou a equipe Pé de Vento, com o tempo de 2h11min05s. A largada da prova, que contou com a participação de cerca de 30 mil corredores, foi dada às 7h00, em frente ao Obelisco e portões 1 e 2 do Parque do Ibirapuera. A competição foi disputada por equipes formadas por dois, quatro e oito corredores que percorreram os 42,195 km do percurso em sistema de revezamento e passaram pelas avenidas Pedro Álvares Cabral, Rubem Berta, Moreira Guimarães e Vinte e Três de Maio. A equipe do Cruzeiro ultrapassou o Pão de Açúcar na metade da prova e administrou a vantagem até o final. Atribuo essa vitória à raça e vontade de todos os atletas do Cruzeiro, que lutaram até o fim por essa conquista afirmou Alexandre Minardi, técnico da equipe mineira. Franck Caldeira (medalha de ouro no Pan-Americano Rio 2007 e bicampeão da Meia Maratona Internacional do Rio de Janeiro), atleta do Cruzeiro, elogiou o evento. É impressionante ver o quanto o esporte está presente na vida do brasileiro, o quanto o brasileiro veste a camisa; basta ver a quantidade de pessoas correndo aqui. Essa prova já alcançou níveis internacionais, disse Franck. Já Marílson Gomes dos Santos (campeão da Maratona de Nova York 2006, medalha prata nos 10 mil metros e bronze nos 5 mil metros nos Jogos Pan-Americanos Rio 2007), foi o primeiro atleta da equipe Pão de Açúcar BM&F. A prova está cada vez melhor, em estrutura e organização. Acho que já alcançou um nível maravilhoso, ressalta o brasiliense que atualmente mora em Santo André. O evento contou com a presença do prefeito da Cidade de São Paulo, Gilberto Kassab e do secretário municipal de esportes, Walter Feldman, que fizeram parte da premiação da corrida. Maurren Maggi, atleta Pão de Açúcar e medalha de ouro nas Olimpíadas de Pequim também prestigiou a disputa. fonte: Ativo.com, 21 de setembro de 2008. |
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5ª Meia-Maratona A Tribuna-Praia Grande |
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| Mutai cruzou a linha em
1h03min08s e Baldaia em 1h13min54s, ficando só a quatro
segundos do recorde, pertencente à goiana Marizete
Rezende, com a vitória no ano passado. Os atletas
largaram com uma garoa, que chegou a apertar um pouco após
o primeiro km, e não tiveram o temido vento contra na
segunda metade do trajeto, na orla marítima. A prova, que figura entre as maiores do País na distância, chama a atenção pelo percurso, totalmente plano e praticamente feito em duas grandes retas, a primeira com 9,5 km e a final, na avenida da praia, com nove, totalizando só quatro curvas. MEDALHAS - Todos os atletas que concluíram a prova receberam medalhas. Na meia, a cor era dourada, nos 10 km, prateada, e na caminhada, cor de bronze. Na corrida dos 10 km, novidade este ano e somente em caráter participativo (sem premiação), Paulo Roberto Costa Lima foi o vencedor no masculino, com 34min54s, e Maria de Lurdes Campos Mendes foi a mais rápida entre as mulheres, com 44min44s. Outra inovação na prova foi o tratamento vip aos atletas que correram as cinco edições da prova. Eles correram com números cor de prata e na chegada tiveram uma recepção especial, com uma tenda exclusiva com massagem, frutas, isotônico e sanduíches. Diretor destaca o sucesso O diretor-presidente de A Tribuna e também diretor geral da prova, Marcos Clemente Santini, destacou o sucesso da organização. "Graças a Deus foi tudo perfeito. São Pedro nos ajudou. Na largada estava chuviscando um pouco e isso é bom para os atletas. Não teve vento no percurso inteiro e geralmente tem na volta. O dia foi ideal. Para completar, na chegada abriu um sol maravilhoso", frisou. Ele também elogiou as novidades implantadas este ano, como o número de prata e a corrida de 10 km. "As inovações foram muito bem aceitas pelos atletas e agradaram em cheio", complementou Santini, que só não gostou de ficar de fora da prova. Corredor assíduo, inclusive com experiência em maratonas no exterior, ele está se recuperando de uma Fascite Plantar no pé esquerdo. "É muito chato não correr. Para mim que sou atleta e competitivo, é muito ruim ficar só olhando. É bem mais tranquilo correr. Fiquei muito nervoso", brincou. fonte: Tri Esportes, 31 de agosto de 2008. |
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