Maratona Masculina dos Jogos Panamericanos do RIO 2007 |
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| TRICAMPEONATO DO BRASIL Com o ouro de Franck Caldeira, no encerramento do PAN 2007, o Brasil conquistou o tricampeonato pan-americano na maratona. Isto porque Vanderlei Cordeiro de Lima foi campeão em Winnipeg 1999 e depois em Santo Domingo 2003. O tri aconteceu de maneira empolgante: Franck ultrapassou o guatemalteco Amado Garcia, que liderava a prova, no km 39, e disparou para a vitória, com a bandeira brasileira sobre os ombros, cruzando a linha de chega após 2:14:03. Amado Garcia, da Guatemala, ficou
com a prata e Procópio Franco, do México, com o bronze.
Vanderlei Cordeiro parou no Km 35, sem completar o
percurso. "Fiz uma prova tática para buscar a
medalha, e no início procurei focar no Vanderlei e nos
mexicanos, mas a partir do km 21 alterei meu ritmo, para
tirar a diferença do líder da prova", comentou
Franck. "Passei por ele no km 39 e senti ali que
poderia vencer", comentou. fonte: CBAt, 29 de julho de 2007. |
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Maratona Feminina dos Jogos Panamericanos do RIO 2007 |
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González conseguiu uma reação incrível na metade final da prova, deixando colocações intermediárias e tirando uma diferença que chegou a ser de 190 metros da liderança, que pertencia a Sirlene até o quilômetro 32 da prova. Mostrando um bom preparo, a caribenha completou o percurso de 42.195m da disputa em 2h43min11. Márcia Narloch, que defendia o ouro conquistado em Santo Domingo-2003, chegou a dividir a liderança com Sirlene em momentos iniciais da prova, mas acabou caindo para a quarta colocação durante a metade da disputa. Logo depois, porém, iniciou uma reação e conseguiu a prata, com o tempo de 2h45min10. Estreante em pan-americanos, Sirlene liderou a maratona durante grande parte da disputa, mas não conseguiu resistir ao ritmo forte imposto pela cubana. A brasileira acabou terminando a maratona em 2h47min35, na terceira colocação. Apenas 12 atletas confirmaram presença na disputa da maratona feminina, sendo que apenas oito países estiveram representados. Brasil, Cuba, Estados Unidos e México possuíam duas maratonistas na prova. Já Argentina, Chile, Colômbia e Porto Rico continham apenas uma. A prova: O grupo de 12 atletas se manteve parelho nos momentos que sucederam a largada, na Praia de São Conrado. O primeiro pelotão, no entanto, começou a tomar forma na descida da Avenida Oscar Niemeyer, com a presença da argentina Claudia Camargo, das brasileiras Márcia Narloch e Sirlene Pinho. Camargo aproveitou a liderança no primeiro grupo e ampliou o ritmo durante o percurso na orla da Praia do Leblon. O pelotão foi pouco a pouco se dissolvendo, e a argentina passou a abrir uma boa vantagem sobre Sirlene, segunda colocada, e Narloch, terceira e mais atrás da compatriota. Com o passar da maratona, as duas brasileiras aumentaram a velocidade. A argentina não conseguiu manter a batida forte e acabou sendo, pouco a pouco, superada pelas brasileiras ao longo das orlas das praias de Lebon, Ipanema e Copacabana. Assim, Sirlene e Narloch assumiram as duas primeiras colocações da prova e deixaram o restante das competidoras para trás. Sirlene se manteve à frente da brasileira durante as partes iniciais da prova, mas só voltou a ter uma vantagem considerável a partir do 15º km da disputa. A maratonista de 31 anos conseguiu abrir pouco mais de 130 metros de diferença sobre Narloch. A partir daí, as cubanas decidiram aparecer na prova. Antes em colocações intermediárias, as caribenhas aumentaram o ritmo e iniciaram uma busca pelas primeiras colocações, passando a argentina Camargo, antes terceira, e também deixaram Narloch para trás. Assim, Mariela González passou a figurar na segunda posição, seguida pela compatriota Yailen García. Na ponta da prova, no entanto, Sirlene mantinha firme a ponta. A brasileira chegou a ter 190 metros de vantagem sobre González. A cubana, porém, conseguiu manter o ritmo e, pouco a pouco, foi tirando a vantagem de Sirlene. A ultrapassagem acabou acontecendo por volta do quilômetro 32 da prova. A outra caribenha, porém, não conseguiu manter o ritmo e viu Márcia Narloch retomar a terceira colocação. Outra que não conseguiu continuar com a mesma velocidade de antes foi Sirlene, que viu a compatriota retomar o segundo posto da prova e ir em busca da cubana. González, porém,
assegurou a primeira colocação com boa vantagem e
seguiu sóbria até cruzar a linha de chegada e vencer a
primeira prova de atletismo nos Jogos Pan-Americanos. fonte: Gazeta Esportiva.net, 22 de julho de 2007. |
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