Visite o Shopping Percorrere

Artigos - 9

Novo endereço mundial do site Percorrere.

 

Nike lança duas tecnologias para a prática de esportes

   
foto: Divulgação.

clique na foto para ampliar.

  A Nike lançou nesta quinta-feira, durante coletiva de imprensa em São Paulo, as tecnologias Nike Free e Nike Sphere React. A “Nike Free” permite que se corra como se estivesse descalço, mas com proteção e amortecimento, diminuindo o risco de lesões ao fortalecer a musculatura dos pés.

Já a “Nike Sphere React” é um tecido que faz com que o atleta fique refrescado, aquecido e protegido.

Segundo o médico Rogério Teixeira da Silva, da Confederação Brasileira de Tênis, treinar descalço fortalece músculos que não são trabalhados durante a corrida. “Proteger demais a planta do pé do solo pode diminuir essa resposta. Em condições ideais, o pé de um atleta que treina descalço ficará mais forte”, diz. “A Nike Free permite exatamente isso. O ideal é que se faça um trabalho progressivo para se prevenir lesões comuns tanto em atletas ou em qualquer pessoa que pratique esportes de impacto”.

O medalhista olímpico Vanderlei Cordeiro de Lima, presente ao evento, aprovou os produtos. “Durante os treinamentos e nas corridas fico com muitas dores na planta dos pés. Com o tênis Free consigo fazer um trabalho de aquecimento, relaxamento e fortalecimento do local”, diz o atleta, medalha de bronze em Atenas.

Outra tecnologia apresentada foi a Nike Sphere React, que poderá ser encontrada em camisetas, calções e agasalhos. Ela possui três variantes, Dry, Cool e Pro, que começam a funcionar assim que o atleta passa a transpirar. Na Nike Sphere React Cool, por exemplo, as tramas do tecido, que estavam fechadas, se abrem, permitindo a saída do suor. O tecido Dry torna-se tridimencional quando úmido e reduz a aderência com a pele para manter o atleta seco. O Pro protege o atleta do ambiente externo ao mesmo tempo que permite a saída do vapor do suor também pela abertura da trama do tecido.

fonte: Divulgação, 01 de maio de 2005.

   
         
         

O poder da mentalização

    Há um grande poder em mentalizar um bom desempenho e sucesso. Atitude positiva e visualização de um desempenho perfeito são instrumentos eficazes para o treinamento. A mentalização necessita de um ambiente de concentração e um estado de relaxamento. Deve-se empregar a mentalização com uma técnica, criar uma oportunidade excelente para estimularmos nossa imaginação em experiências individuais. Podemos mentalizar com os olhos abertos ou fechados, a única diferença é que com olhos fechados torna-se mais difícil de nos distrairmos.

A preparação mental é como o alongamento antes do treino. Você pode ignorá-lo e começar direto, ou pode tomar algum tempo para se preparar. Esteja buscando sua melhor performance em uma prova de 160km, ou tentando superar a ansiedade e a tensão antes de um treino recreativo, o segredo está na sua cabeça. Seu poder mental é tão importante quanto ferramentas mentais são seu melhor acessório. Aqui estão algumas sugestões para treinar sua mente, segundo o livro “Em busca da Excelência” de Terry Orlidk:

1. Procure por desafios que estão dentro de sua capacidade. Desafios que representem dificuldade, mas que estão ao alcance do seu controle. Busque seu próprio patamar. Aceitar estes desafios a sua própria maneira é o que traz prazer e significado às suas metas.

2. Para melhorar sua melhor marca, ou se exceder em algo, é necessário comprometimento. Você precisa querer melhorar seu ritmo ou suas habilidades para fazer disso uma prioridade na sua vida. Avalie a importância de melhorar sua performance numa escala de 1 a 10 - partindo de um não muito importante (1) até a coisa mais importante da sua vida (10) - e use esta escala para determinar o grau de comprometimento com o objetivo.

3. Determine objetivos específicos que estão ao seu alcance, tanto em curto quanto a longo prazo. Viva o presente e foque sua energia em pequenas metas diárias. Objetivos distantes e obscuros, que dependem de variáveis além do seu controle, podem levar a frustração e uma ansiedade desnecessária.

4. Mantenha o que é importante dentro da sua perspectiva e enxergue as coisas de maneira construtiva. Crenças de auto-defesa criam ansiedade e fazem você perder a esperança, sabotando seus melhores esforços. Pensamentos a respeito do significado ou provável desfecho de um evento ou situação podem te deixar ansioso, ou libertá-lo de uma preocupação. Tudo segue o caminho traçado pela mente.

5. Foque as suas potencialidades. Pensamentos encorajadores sobre seus méritos, sua preocupação, sua prontidão e sua capacidade o ajudam a atingir uma boa performance. Pense nos erros e irá cometê-los. Pense nas suas qualidades e se sentirá mais forte. Pense que pode e você consegue.

6. Seja persistente na busca de seus objetivos e aceite a si mesmo através do seu processo de aprendizagem e treinamento. Espere pelo progresso, mas não espere por milagres instantâneos - a melhora é sempre uma progressão. Persistência significa dar a algo tempo suficiente para se trabalhar. O treinamento mental tem altos e baixos, assim como o treinamento físico. O fato de um esforço não dar resultado não significa que ele nunca funcionará. Nós precisamos praticar nossas habilidades mentais da mesma forma que praticamos nossas habilidades físicas.

fonte: Por Joaquim Germano
Master Presenter do Team Johnny G Spinning Brasil
Matéria publicada na Revista SuperTreino (Ed. 07) Fevereiro de 2005.

   
         
         

Ácido Láctico: O "vilão dos esportes" é tão malvado assim?

    Até pouco tempo atrás, muitos técnicos, médicos e leigos acreditavam que o ácido láctico era responsável por uma série de problemas atléticos - fadiga, dores musculares, cãibras, limiar anaeróbio e débito de oxigênio. Porém, atualmente, essa explicação simples e única para tantos males fisiológicos perdeu seu crédito. Na verdade, reconhece-se hoje, que o ácido láctico tem importantes funções no metabolismo. Longe de ser um "vilão", o ácido láctico é uma substância essencial, utilizada no fornecimento de energia, na eliminação do carboidrato proveniente da alimentação, na produção de glicose e no aumento da resistência física em situações extenuantes.

Novas pesquisas têm sido responsáveis por essa forma "positiva" com a qual o ácido láctico está sendo visto. Apesar delas reconhecerem que o acúmulo de ácido láctico no sangue e nos músculos pode interferir no estímulo nervoso de contração muscular e no processo de produção necessário para essa contração, ressaltam também que o ácido láctico é metabolizado muito rapidamente, e que a quantidade de ácido láctico no sangue e nos músculos, a qualquer instante, é extremamente menor que a grande quantidade que é continuamente formada e eliminada pelo organismo.

Sabemos hoje, que o ácido láctico é formado e eliminado continuamente e em alta velocidade, mesmo em repouso e em músculos adequadamente oxigenados. Também, que um aumento na concentração de ácido láctico no sangue significa apenas que o índice de sua entrada no sangue excedeu o índice de sua eliminação. Durante o repouso, a quebra da glicose parece ser a fonte principal para sua formação.

Segundo a hipótese do Paradoxo da Glicose, o carboidrato absorvido, oriundo da alimentação, entra na circulação sanguínea principalmente na forma de glicose. Entretanto, a maior parte ao invés de entrar no fígado, alcança a circulação geral e se distribui em diversos pontos, inclusive na musculatura esquelética, onde ocorre a conversão da glicose em ácido láctico. Em seguida, o ácido láctico retorna à circulação onde é levado até o fígado e finalmente transformado em glicogênio.

Esta manobra fisiológica, permite a eliminação rápida do grande volume de carboidrato que chega à circulação após uma refeição rica em carboidratos. Com isso, o organismo evita uma reação brusca à insulina o que levaria a um quadro de hipoglicemia (pico de insulina).

O ácido láctico, quando formado em locais onde há quebra de glicose ou glicogênio em alta velocidade, pode em seguida, atingir lugares onde pode servir de "combustível" para formação de glicose ou ressíntese do glicogênio.

Com o início do exercício, há uma enorme aceleração na velocidade de quebra do glicogênio muscular, na absorção e na quebra da glicose. O aumento na quebra de glicose conduz inevitavelmente a um aumento na produção de ácido láctico. Embora o nível de ácido láctico durante o exercício dependa de vários fatores, a duração e a intensidade do exercício são as determinantes principais. Conseqüentemente, há um aumento na concentração de ácido láctico no sangue porque o ácido láctico do músculo é "derramado" no sangue.

Se o exercício for sub-máximo, com o decorrer do tempo, o sistema de produção de energia oxidativa e de utilização de gorduras se torna mais efetivo, o que diminui a produção de ácido láctico. E ainda, o ácido láctico que é produzido em determinados tecidos (ex: musculatura esquelética), pode durante o próprio exercício, ser consumido por outros tecidos (ex: coração, intestino). Isso, além de eliminar o ácido láctico, poupa também as reservas limitadas de glicogênio do organismo.

Portanto, o atleta e o técnico devem aprender a lidar com o ácido láctico de uma forma mais eficaz.

O principal objetivo das estratégias de treinamento deve ser minimizar a produção de ácido láctico e aumentar sua eliminação.

Treinamentos de alta intensidade irão maximizar as adaptações necessárias para aumentar a utilização de oxigênio (aumentam o VO2 máx.). Em decorrência disso, o atleta se torna menos dependente da quebra de carboidratos em ácido láctico (metabolismo anaeróbio).

O treinamento prolongado sub-máximo tem a vantagem de induzir as adaptações musculares que reduzirão a velocidade de formação do ácido láctico, além de aumentar sua velocidade de eliminação.

Treinamentos que envolvem natação, ciclismo e corrida por muitos quilômetros, parecem causar um aumento máximo na capilaridade e na capacidade mitocondrial dos músculos esqueléticos. Essa capacidade aumenta o uso de gorduras como combustível e, conseqüentemente, diminui a produção de ácido láctico. Além disso, uma maior capacidade mitocondrial aumenta o consumo de ácido láctico como combustível energético, facilitando sua eliminação do organismo.

fonte: Prof. Sérgio Bunioto - Treino On-Line, 23 de janeiro de 2005.

   

 

Artigos Anteriores

Artigos - 8

Artigos - 7

Artigos - 6

 

 

 

Artigos Anteriores

Artigos - 5

Artigos - 4

Artigos - 3

Artigos - 2

Artigos -1

 


   

Shopping Virtual »

Volta à página inicial.