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A n t i g u i d a d e

 

 

Invadindo a era cristã, a Olimpíada manteve seu espírito esportivo e seu condão mágico de unir os homens fazendo-os disputar desafios, até o ano 394 d.C, quando o imperador Teodósio II ordenou sua interrupção, parecendo então condenada ao desaparecimento, a se transformar em um dado histórico apenas. E por quase 1.500 anos foi assim, até a intervenção de um idealista francês,

 

o Barão Pierre de Coubertin.

 

 

 

A princípio, apenas homens eram admitidos na disputa, da qual passou a fazer parte, quase como um símbolo, uma homenagem perpétua dos Jogos à Grécia, a Maratona. Corrida de fundo na distância de 42 quilômetros e 500 metros, a mesma percorrida por um soldado grego chamado Pheidípides, que correndo levou até Atenas a notícia da vitória de seu exército na batalha de Maratona, cidade da Ática, onde se combatiam os persas.

Dada a notícia, caiu morto, tornando-se sinônimo da tenacidade humana. 

 


Atenas 1896 »